Primeira mulher brasileira aceita na escola de engenharia de Oxford recebe diploma de reconhecimento do governo de MG

Trabalho pioneiro desenvolvido pela universitária mineira ajudará na redução dos efeitos colaterais em tratamentos como câncer e tumores

Por Admin 19/06/2017 - 17:47 hs
Foto: Encontro ocorreu, nesta segunda-feira (19/6), no Palácio da Liberdade. Foto: Manoel Marques/Imprensa MG
Primeira mulher brasileira aceita na escola de engenharia de Oxford recebe diploma de reconhecimento do governo de MG
Encontro ocorreu, nesta segunda-feira (19/6), em Belo Horizonte. Foto: Manoel Marques/Imprensa MG

O governador Fernando Pimentel recebeu nesta segunda-feira (19/6), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, a engenheira mecânica Bárbara Emanuella Souza, primeira mulher brasileira aceita na Escola de Engenharia de Oxford para doutorado. Mineira de 24 anos e natural de Diamantina, ela é responsável pelo projeto de pesquisa destinado ao desenvolvimento de nanopartículas carregadoras de medicamentos para o tratamento de câncer e tumor, diminuindo os efeitos colaterais durante a quimioterapia.

Durante o encontro, o governador presenteou a estudante com um diploma em reconhecimento a sua atuação e destacou a importância do trabalho que será desenvolvido e que levará o nome de Minas Gerais. “Eu vou te entregar um diploma, não é o primeiro da sua vida, eu sei, mas é um dos mais importantes. Esse diploma de honra ao mérito é por você ser primeira brasileira a entrar em Oxford para doutorado em engenharia. Isso é uma grande alegria para Minas Gerais”, destacou Fernando Pimentel.

O estudo desenvolvido por Bárbara Souza permitirá que os remédios sejam levados diretamente para a região doente do corpo, sem afetar outras partes do organismo.

“Fico muito feliz, principalmente por estar representando as mulheres, tanto na pesquisa quanto na engenharia, em algo tão importante como o tratamento do câncer. Minha satisfação é maior por ter vindo de uma universidade pequena, no Vale do Jequitinhonha e Mucuri, áreas muito carentes. Então foi um incentivo para tentar alavancar a região”, afirmou.  A estudante também participou do programa Ciência sem Fronteiras, do Governo Federal, permanecendo nos Estados Unidos por um ano e meio (2014/2015), durante o bacharelado.

(via Agência Minas)